Juiz Sérgio Moro também foi alvo de críticas em evento que contou com presença de Dilma.

A ameaça foi feita também se caso os projetos para regularizar assentamentos não avance no Congresso. Após as falas exaltadas, a presidente, que em eventos anteriores chegou a usar o boné do MST, assinou atos autorizando que áreas rurais sem regularizadas para o uso da reforma agrária. Essas áreas também poderia ser usadas para descendentes de escravos, através das comunidades quilombolas. No discurso das organizações sociais, os mais lembrados foram justamente os deputados ruralistas.
Aristides Santos, secretário de finanças na Contag, disse que a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura vai ocupar as propriedades desses deputados no ambiente rural, mas também o gabinete desses parlamentares. Aristides disse que se os deputados incomodam o Supremo Tribunal Federal, eles também poderiam ser incomodados pelo "povo". " Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe", disse ele em tom incisivo, sendo acompanhado de outras centenas de camponeses, felizes por terem a autorização de Dilma para o uso de algumas terras.
Já Alexandre Conceição, um dos líderes do MST, disse que o juiz Moro estava promovendo um golpe com a "caneta da maldade" e que estaria interessado no pior para os brasileiros. Eduardo Cunha foi chamado por Alexandre de "bandido". A imprensa também foi criticada pelo líder do movimento. Alexandre prometeu que lutaria até as últimas consequências pela presidente Dilma.
Comentários
Postar um comentário