Croata e sueco foram mortos em uma casa de praia em Jenipabu.
Corpos estavam amarrados e com sacos plásticos nas cabeças.

As mortes do croata Ante Stanic, de 57 anos, e do sueco Faik Nekic, de
78 anos, repercutiram na imprensa internacional. Pelo menos cinco sites
da Croácia, além do Fox News Latino, deram destaque aos assassinatos. Os
corpos dos estrangeiros foram encontrados na tarde do sábado (8),
dentro de uma casa de praia em Jenipabu, no litoral Norte potiguar.
Segundo a polícia, eles tinham mão e pés amarrados e sacos plásticos nas
cabeças. A Polícia Civil acredita que o crime tenha sido planejado e
trabalha com a hipótese de latrocínio (roubo seguido de morte). Um carro
alugado e pertences das vítimas foram roubados.
Casa onde croata e sueco foram mortos em Jenipabu, litoral Norte do RN (Foto: Sérgio Henrique Santos/Inter TV Cabugi)
'Crime programado'
"Pareceu um crime programado", disse ao G1 o delegado Everaldo Lemos, da Delegacia de Plantão da zona Norte de Natal. Segundo ele, vizinhos viram uma mulher na casa onde os europeus foram mortos na noite da sexta-feira (7). "Eles estavam dando uma festa e possivelmente essas mulheres facilitaram a entrada de outras pessoas no local. É uma linha a ser seguida", explicou. As informações colhidas no local do crime serão repassadas à Delegacia de Extremoz, na Grande Natal, que ficará responsável pelas investigações.
A sargento Maria Edileusa Félix, do Pelotão da Polícia Militar de Extremoz, na Grande Natal, conta que a casa, localizada em um condomínio da praia de Jenipabu, pertencia a Ante Stanic. "Recebemos o chamado do caseiro da residência. Ele tentou ligar para a vítima, mas ninguém atendia o celular. Quando chegou na casa, o rapaz encontrou um corpo e nos acionou", relata. Segundo a PM, o croata tinha a casa há dez anos. O sueco era amigo dele.
O croata Ante Stanic, de 57 anos, tinha casa há
pelo menos 10 anos (Foto: Arquivo pessoal)
Visto permanente
Com visto permanente no Brasil, o croata costumava passar seis meses na casa de praia de Jenipabu e viajar para seu país de origem. "Pelas informações que colhemos não tinha envolvimento com nada errado, mas gostava de levar mulheres para a residência", conta a sargento Edileusa.
Os corpos foram achados em quartos diferentes por volta das 17h30. Ainda segundo a sargento, além de estar amarrado e com um saco na cabeça, o corpo do croata também tinha um lençol envolto no pescoço e uma bola de meia na boca. "Ele chegou a ser agredido. Tinha escoriações no olho", afirma.
Ainda segundo a PM, a casa foi encontrada revirada. Foram levados um Pálio prata de uma locadora de veículos, uma televisão, uma bomba d'água, entre outros pertences.
Os corpos dos estrageiros permanecem no Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), em Natal.
saiba mais
O site croata vecernji.hr noticiou o crime com o título “Croata
roubado, torturado e morto em sua casa no Brasil”, dando destaque à
morte de Ante Stanic. O portal doznajemo.com, também da Croácia,
classificou como “horríveis” as imagens dos corpos sendo retirados pelo
Instituto Técnico-científico de Polícia (Itep). No bportal.ba, site de
notícias croata, destaque para a forma como as duas vítimas foram
encontradas: “Ante Stanic e Faik Nekic: encontrados com roupas íntimas e
sacos em suas cabeças”.
"Pareceu um crime programado", disse ao G1 o delegado Everaldo Lemos, da Delegacia de Plantão da zona Norte de Natal. Segundo ele, vizinhos viram uma mulher na casa onde os europeus foram mortos na noite da sexta-feira (7). "Eles estavam dando uma festa e possivelmente essas mulheres facilitaram a entrada de outras pessoas no local. É uma linha a ser seguida", explicou. As informações colhidas no local do crime serão repassadas à Delegacia de Extremoz, na Grande Natal, que ficará responsável pelas investigações.
A sargento Maria Edileusa Félix, do Pelotão da Polícia Militar de Extremoz, na Grande Natal, conta que a casa, localizada em um condomínio da praia de Jenipabu, pertencia a Ante Stanic. "Recebemos o chamado do caseiro da residência. Ele tentou ligar para a vítima, mas ninguém atendia o celular. Quando chegou na casa, o rapaz encontrou um corpo e nos acionou", relata. Segundo a PM, o croata tinha a casa há dez anos. O sueco era amigo dele.

pelo menos 10 anos (Foto: Arquivo pessoal)
Com visto permanente no Brasil, o croata costumava passar seis meses na casa de praia de Jenipabu e viajar para seu país de origem. "Pelas informações que colhemos não tinha envolvimento com nada errado, mas gostava de levar mulheres para a residência", conta a sargento Edileusa.
Os corpos foram achados em quartos diferentes por volta das 17h30. Ainda segundo a sargento, além de estar amarrado e com um saco na cabeça, o corpo do croata também tinha um lençol envolto no pescoço e uma bola de meia na boca. "Ele chegou a ser agredido. Tinha escoriações no olho", afirma.
Ainda segundo a PM, a casa foi encontrada revirada. Foram levados um Pálio prata de uma locadora de veículos, uma televisão, uma bomba d'água, entre outros pertences.
Os corpos dos estrageiros permanecem no Instituto Técnico-Científico de Polícia (Itep), em Natal.
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