
Segundo informações repassadas pelo vice-diretor da unidade, Expedito Rocha, os projetos desenvolvidos por 40 detentos vende a safra da lavoura irrigada e produzida dentro das terras da Penitenciária.
"Além de proporcionar uma oportunidade de ressocialização aos presos, o fruto do trabalho ajuda às famílias dos detentos e os capacita para uma profissão, quando sair da cadeia", explicou.
O major Humberto Pimenta, diretor do CPEAMN, enfatiza que o estande é uma oportunidade para que o apenado possa mostrar seu valor dentro da sociedade, como uma pessoa que está tendo a chance de recomeçar a vida outra vez.
"Os projetos são oportunos para os presos que participam. Ajudam a reduzir a pena e capacita-os para uma nova profissão além das grades", disse.
O CPEAMN mantém projetos nas culturas de mamão, banana, melancia, abóbora, pimentão, feijão e milho.
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