Deputada cotada para substituir Marco Feliciano
é acusada de compra de votos e caixa dois

Deputada aguarda julgamento sobre acusações de caixa dois e compra de votos. Ela é casada com o deputado Silas Câmara (PSD-AM)
Carolina Martins, do R7, em Brasília
Assim
como o presidente da CDH (Comissão de Direitos Humanos), Marco
Feliciano (PSC-SP), a deputada Antônia Lúcia (PSC-AC) — vice-presidente
do órgão e nome mais cotado para substituir o colega no comando do
colegiado — também está sendo investigada pela Justiça.
Enquanto
Feliciano é acusado por ter dado declarações racistas e homofóbicas na
internet e responde a inquérito por estelionato, suspeito de receber
cerca de R$ 13 mil para realizar cultos religiosos e não ter
comparecido, Antônia Lúcia é acusada de caixa dois, compra de votos e
abuso de poder econômico.
De acordo com denúncia do MPE (Ministério Público Eleitoral), a deputada Antônia Lúcia está envolvida em distribuição
de combustíveis e de bens — como aparelhagem de som, bicicletas,
computadores, motores para barcos e geradores de energia — em troca de
votos.
Além
disso, segundo informações do TRE-AC (Tribunal Regional Eleitoral do
Acre), Antônia Lúcia é acusada de captação de votos de fiéis de igrejas,
utilização ilícita da Rádio Boas Novas e patrocínio de show artístico
durante sua campanha para deputada federal em 2010.
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